28/04/17

Carbono produzido durante IV EMDS será compensado com plantio de árvores

Todo o carbono produzido durante os dias do IV EMDS será compensado com o plantio de árvores na zona de recarga de aquífero do Pipiripau, em Brasília (DF). A compensação será feita por meio do programa Pense e Compense, do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Gestão de Carbono – CO2 Zero, que atuou no evento com apoio do Santander.

Depois que o evento for todo desmontado, o instituto vai levantar uma série de indicadores para chegar ao número de árvores que deverão ser plantadas para compensar o carbono produzido. Entre esses indicadores, estão a quantidade resíduos produzidos e de diesel e gás GLP utilizados.

Jéssica Borges, coordenadora do inventário de carbono do instituto, elogiou a inclusão dessa temática nesse evento de desenvolvimento sustentável. Mais de 250 prefeituras ficaram interessadas sobre gestão de carbono, segundo Marcus Andrey Vasconcelos, presidente do instituto, que atua hoje em sete estados (AP, MG, PI, GO, RJ, ES e SC) e no Distrito Federal.

"Os prefeitos devem priorizar ações de compensação de carbono em função do cumprimento dos acordos da ONU relacionados às mudanças climáticas e também para melhorar o próprio microclima do município", ressaltou Marcus.

O programa Pense e Compense surgiu da necessidade de ampliar a participação das florestas, com foco na recuperação de áreas degradadas, na redução de emissões e foi elegível no mecanismo REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), criado no processo de discussões sobre mudanças climáticas nas Nações Unidas.

O instituto CO2, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), foi criado em 2012, no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Redação: Débora Cronemberger

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